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SUS - longe de ser exeqüível.
Públicada em 17 de Novembro de 2005

O Brasil gasta 3,2% do  PIB - Produto Interno Bruto - em saúde e 7,3% 21:19 8/9/2005do PIB no pagamento da amortização de juros da dívida externa. Em todo o mundo, 90% dos recursos em saúde são gastos com apenas 12% da população do planeta. Esses são alguns dados apresentados no “Simpósio sobre política Nacional de Saúde – SUS presente e futuro: avaliação do seu processo de construção”, realizado em Brasília, no período de 28 a 30 junho de 2005 e que contou com a participação do presidente do Sindicato dos Médicos do Estado do Ceará, Tarcísio Dias, e do diretor do SIMEC, José Maria Pontes.  Segundo o Global Fórum for Healfth Research, em 1998 foram aplicados US$ 73,5 bilhões com pesquisa em saúde no mundo. No entanto, 90% desses recursos são gastos em países desenvolvidos.

O Simpósio sobre Política Nacional de Saúde reuniu no auditório Nereu Ramos da Câmara Federal, parlamentares, ministros e profissionais da área de saúde que, durante três dias debateram os rumos do estado brasileiro e o SUS nas perspectivas da suguridade social, da gestão, regulamentação e responsabilidade sanitária e do financiamento e recursos humanos. Segundo Ligia Bahia, professora da Universidade Federal do rio de Janeiro, passados 15 anos, o “SUS preconizado pela Constituição de 1988 ainda está longe de ser exeqüível”. As condições atuais, desde as atinentes ao financiamento, passando pela organização institucional até o apoio político que caracterizam o SUS real o distanciam do SUS constitucional.

FUMO()

Ainda durante o simpósio foram discutidos a quebra de patentes dos medicamentos anti-aids e os problemas advindos do fumo. Enquanto cerca de 200.000 brasileiros morrem todos os anos em virtude de doenças relacionadas ao fumo, a Convenção Quatro para o Controle do Tabaco segue engavetada no Senado Federal. Essa convenção é um tratado internacional de combate e redução do tabagismo, que entrou em vigor mundialmente em 27 de fevereiro de 2005. Ela está parada, atualmente, na Comissão de Agricultura, em virtude, segundo a imprensa, de pressões da indústria e de fumicultores, correndo o risco de não ser ratificada em tempo hábil para que o Brasil participe da primeira conferência internacional dos países comprometidos oficialmente com a Convenção Quatro.


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